Caso Isabelle Caracristi: Investigação, Violência Psicológica e os Limites de uma Análise
A morte de Isabelle Caracristi, estudante de Direito de 22 anos, em 13 de setembro de 2026, em Fortaleza, ainda é cercada por perguntas. Até 28 de setembro, a perícia havia concluído que a queda do rooftop do edifício foi voluntária e que não havia sinais de violência no corpo antes do impacto. Essa constatação, no entanto, não encerrou o caso. A Polícia Civil continuava a investigar o que aconteceu nas horas e nos dias anteriores, diante de suspeitas de violência psicológica , ameaça e possível induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio . Como o processo tramita sob segredo de Justiça, ainda não há, até hoje 28/09²026, conclusão pública sobre eventual responsabilidade criminal. O relacionamento no centro da investigação Isabelle e João Munhoz Neto , bacharel em Direito de 34 anos, conheceram-se no ambiente profissional. Ela era estagiária; ele ocupava uma posição de ascendência. Segundo informações reunidas pela investigação e divulgadas pela imprensa, o namoro durou po...